a) Do ponto de vista do leitor
1. Não há um inicio marcado. O leitor pode escolher o seu caminho como quer. Se consideramos a introdução como uma ferramenta de orientação inicial para entender o contexto da narrativa, pode-se dizer que sim, mas tirando esse aspecto não há uma orientação do leitor na narrativa. Neste caso, o leitor pode submeter a criação de uma personagem e o respectivo material sobre ela, mas não é possível fazer alterações ou criação de notas.
2. A única diferença deste texto em relação ao primeiro é o facto de o leitor não poder contribuir para a construção da narrativa.
3. A diferença deste texto para os anteriores é que há um mapa que pode, ou não, orientar a leitura da narrativa.
b) Do ponto de vista do autor
1. Como há possibilidade de pessoas diferentes submeterem textos trata-se de um colectivo de autores. Sobre esses autores existe uma lista onde contem o seu endereço de email e a personagem criada.
2. Neste texto temos indicação de quem são os autores com hiperligações para as páginas pessoais.
3. Em rodapé temos a informação de quem é o autor mas não há qualquer tipo de informação sobre o mesmo.
c) Do ponto de vista do texto
1. O texto está escrito em Inglês. Para além do texto existe hiperligações que complementam a narrativa. Existe uma consistência que percorre toda a história. É uma imitação de um caderno de notas de um psicólogo e transcrições das respectivas sessões com os pacientes.
2. Texto apresentado em Inglês tal como o anterior. Sim, o texto impõe-se em relação aos outros elementos. Apresentam-se pequenos sumários do que se está a passar dentro da sala de cinema.
3. A diferença para os textos anteriores é que este está escrito em Português do Brasil e está escrito como um texto de prosa.
d) Do ponto de vista do aproveitamento das possibilidades técnicas
1. O texto é complementado por hiperligações. Sim, este elementos integração de forma efectiva. Não houve qualquer tipo de problema técnico com a obra. Sim, contribuem para a experiência da leitura. O formato não faria tanto sentido.
2. Este texto apresenta-se acompanhado por hiperligações, imagens e filme. Em todo o resto é semelhante ao anterior.
3. Quando comparado com os textos anteriores a diferença reside que este apenas tem imagens.
e) Avaliação final
1. Tem um efeito estético próprio relacionado com o conteúdo da história que noutro formato não teria o mesmo impacto. É atractivo e sugestivo. Pode-se considerar literário porque recorre a artifícios que qualquer autor de "literatura normal" usaria. A apresentação tem um pouco o feito duplo de tornar a leitura mais rica, mas também pode distrair devido à imensidão de informação disponível.
2. Este foi o que nos impressionou mais em termos estéticos e aquele que estava melhor construído, sendo muito atractivo. O ambiente desenvolvido envolve-nos mais na narrativa.
3. Não sendo tão atractivo como os anteriores, consegue mesmo assim atingir o objectivo de leitura hipertextual.
Obras de narrativa hipertextual escolhidas para o análise (com link)
Análise:
a) Do ponto de vista do leitor
1. Não há um inicio marcado. O leitor pode escolher o seu caminho como quer. Se consideramos a introdução como uma ferramenta de orientação inicial para entender o contexto da narrativa, pode-se dizer que sim, mas tirando esse aspecto não há uma orientação do leitor na narrativa. Neste caso, o leitor pode submeter a criação de uma personagem e o respectivo material sobre ela, mas não é possível fazer alterações ou criação de notas.
2. A única diferença deste texto em relação ao primeiro é o facto de o leitor não poder contribuir para a construção da narrativa.
3. A diferença deste texto para os anteriores é que há um mapa que pode, ou não, orientar a leitura da narrativa.
b) Do ponto de vista do autor
1. Como há possibilidade de pessoas diferentes submeterem textos trata-se de um colectivo de autores. Sobre esses autores existe uma lista onde contem o seu endereço de email e a personagem criada.
2. Neste texto temos indicação de quem são os autores com hiperligações para as páginas pessoais.
3. Em rodapé temos a informação de quem é o autor mas não há qualquer tipo de informação sobre o mesmo.
c) Do ponto de vista do texto
1. O texto está escrito em Inglês. Para além do texto existe hiperligações que complementam a narrativa. Existe uma consistência que percorre toda a história. É uma imitação de um caderno de notas de um psicólogo e transcrições das respectivas sessões com os pacientes.
2. Texto apresentado em Inglês tal como o anterior. Sim, o texto impõe-se em relação aos outros elementos. Apresentam-se pequenos sumários do que se está a passar dentro da sala de cinema.
3. A diferença para os textos anteriores é que este está escrito em Português do Brasil e está escrito como um texto de prosa.
d) Do ponto de vista do aproveitamento das possibilidades técnicas
1. O texto é complementado por hiperligações. Sim, este elementos integração de forma efectiva. Não houve qualquer tipo de problema técnico com a obra. Sim, contribuem para a experiência da leitura. O formato não faria tanto sentido.
2. Este texto apresenta-se acompanhado por hiperligações, imagens e filme. Em todo o resto é semelhante ao anterior.
3. Quando comparado com os textos anteriores a diferença reside que este apenas tem imagens.
e) Avaliação final
1. Tem um efeito estético próprio relacionado com o conteúdo da história que noutro formato não teria o mesmo impacto. É atractivo e sugestivo. Pode-se considerar literário porque recorre a artifícios que qualquer autor de "literatura normal" usaria. A apresentação tem um pouco o feito duplo de tornar a leitura mais rica, mas também pode distrair devido à imensidão de informação disponível.
2. Este foi o que nos impressionou mais em termos estéticos e aquele que estava melhor construído, sendo muito atractivo. O ambiente desenvolvido envolve-nos mais na narrativa.
3. Não sendo tão atractivo como os anteriores, consegue mesmo assim atingir o objectivo de leitura hipertextual.