O processo de entrada do leitor na narrativa é descontinuado e aleatório, não havendo caminhos de leitura lineares ou obrigatórios:
"... você pode interagir com a história na sequência em que bem entender". É-nos oferecido um mapa, no entanto "Não haverá instruções de navegação..." e "O mapa abaixo serve apenas para checar os fragmentos já lidos.", havendo uma liberdade pré-definida, que permite ao leitor criar a sua própria história, no entanto sem a liberdade de criar, anotar ou modificar o texto existente.
2.
Nesta narrativa, existe um inicio marcado, e só por ele o leitor pode entrar. O leitor pode escolher o seu caminho de leitura consoante a resposta por que optar (Verdad/Mentira). Não, nenhum mapa nos é facultado de modo a não nos perdermos na obra. não é dada ao leitor a liberdade de criar, anotar ou modificar o texto existente.
b) Do ponto de vista do autor
1.
Sim, o autor do texto é Marco António Pajola. Supomos que seja um autor invidual, apesar da diversidade de personagens criadas. Não, não existem paratextos que nos informem acerca do autor: a única informação disponivel acerca do mesmo é: "Copyright 1995-2011 Marco Antonio Pajola"
2.
Sim, o autor do texto é Richard L. Pryll Jr.: Copyright 1994, Richard L. Pryll Jr. É um autor individual, com a tradução da obra para espanhol a cargo de Laura Jiménez Gómez. Não, não existem paratextos que nos informem acerca do autor.
c) Do ponto de vista do texto
1.
O texto está escrito em Português (do Brasil). Sim, ao longo da narrativa são-nos apresentadas diversas hiperligações que remetem a imagens, sons, animações... Sim, existe uma narrativa coerente (mas não contínua). O texto apresenta-se como uma ficção, em prosa.
2.
O texto está escrito Espanhol. O texto impõe-se sobre as hiperligações existentes. Sim, existe uma narração coerente ao longo do texto, consoante a resposta cedida pelo leitor. O texto apresenta-se como uma ficção, em prosa.
d) Do ponto de vista do aproveitamento das possibilidades técnicas
1.
Para além do texto, a obra oferece-nos diversos elementos multimédia: imagens, videos, sons... Sim, existe uma relação coerente entre o textos e os elementos multimédia que nele se encaixam, como complemento. Existiram alguns problemas técnicos aquando a navegação pela obra - hiperligações impossíveis de abrir, videos impossíveis de carregar... No entanto, os meios ténicos, se inexistentes, não fariam perder o fundamento da obra . Esta obra, se publicada, poderia eventualmente ver perdido o seu teor construtivo, por não existir um rigor temático que correlacione todos os textos entre si. Contudo, existem, através de hiperligações várias, correspondências entre alguns textos.
2.
Para além da obra disponível existem 2 elementos de resposta opcionais, que nos guiam ao longo do texto, que se integram de maneira efectiva. Não existiram problemas técnicos inerentes. Não existem meios extra textuais, à excepção das respostas opcionais. Sim, esta obra poderia ser publicada num formato físico sem perder asua coerência e efeito, tendo em consideração os diversos seguimentos singulares.
e) Avaliação final
1. Esta obra consegue, através de todos os seus recusos multimédia, produzir um efeito estético sobre o leitor - embora não muito elaborado ou eficaz. A escrita é interessante e cativante, no entanto, talvez a falta de lineariedade e de coerência entre textos torne a narrativa um pouco caótica e coonfusa de mais - embora a relação existente entre alguns elementos de texto e personagens através de hiperligações sejam, de facto, sugestivas e bem conseguidas. Sim, o texto poderá ser entendido com literário: é uma narrativa ficcional que engloba e relata diversas personagens e acontecimentos vários. A apresentação não faz com que a atenção do leitor face ao texto se disperse - talvez tornando, até, a experiência mais sugestiva e realista.
2.
Esta obra não consegue transmitir um efeito estético sólido, dada a sua simplicidade óbvia. É interessante. Sim, pode ser considerado um texto literário dada a sua natureza. As respostas optativas transmitem um sentimento de liberdade ao leitor que torna o texto interessante.
Obras de narrativa hipertextual escolhidas para o análise (com link)
Análise:
a) Do ponto de vista do leitor
1.
O processo de entrada do leitor na narrativa é descontinuado e aleatório, não havendo caminhos de leitura lineares ou obrigatórios:
"... você pode interagir com a história na sequência em que bem entender". É-nos oferecido um mapa, no entanto "Não haverá instruções de navegação..." e "O mapa abaixo serve apenas para checar os fragmentos já lidos.", havendo uma liberdade pré-definida, que permite ao leitor criar a sua própria história, no entanto sem a liberdade de criar, anotar ou modificar o texto existente.
2.
Nesta narrativa, existe um inicio marcado, e só por ele o leitor pode entrar. O leitor pode escolher o seu caminho de leitura consoante a resposta por que optar (Verdad/Mentira). Não, nenhum mapa nos é facultado de modo a não nos perdermos na obra. não é dada ao leitor a liberdade de criar, anotar ou modificar o texto existente.
b) Do ponto de vista do autor
1.
Sim, o autor do texto é Marco António Pajola. Supomos que seja um autor invidual, apesar da diversidade de personagens criadas. Não, não existem paratextos que nos informem acerca do autor: a única informação disponivel acerca do mesmo é: "Copyright 1995-2011 Marco Antonio Pajola"
2.
Sim, o autor do texto é Richard L. Pryll Jr.: Copyright 1994, Richard L. Pryll Jr. É um autor individual, com a tradução da obra para espanhol a cargo de Laura Jiménez Gómez. Não, não existem paratextos que nos informem acerca do autor.
c) Do ponto de vista do texto
1.
O texto está escrito em Português (do Brasil). Sim, ao longo da narrativa são-nos apresentadas diversas hiperligações que remetem a imagens, sons, animações... Sim, existe uma narrativa coerente (mas não contínua). O texto apresenta-se como uma ficção, em prosa.
2.
O texto está escrito Espanhol. O texto impõe-se sobre as hiperligações existentes. Sim, existe uma narração coerente ao longo do texto, consoante a resposta cedida pelo leitor. O texto apresenta-se como uma ficção, em prosa.
d) Do ponto de vista do aproveitamento das possibilidades técnicas
1.
Para além do texto, a obra oferece-nos diversos elementos multimédia: imagens, videos, sons... Sim, existe uma relação coerente entre o textos e os elementos multimédia que nele se encaixam, como complemento. Existiram alguns problemas técnicos aquando a navegação pela obra - hiperligações impossíveis de abrir, videos impossíveis de carregar... No entanto, os meios ténicos, se inexistentes, não fariam perder o fundamento da obra . Esta obra, se publicada, poderia eventualmente ver perdido o seu teor construtivo, por não existir um rigor temático que correlacione todos os textos entre si. Contudo, existem, através de hiperligações várias, correspondências entre alguns textos.
2.
Para além da obra disponível existem 2 elementos de resposta opcionais, que nos guiam ao longo do texto, que se integram de maneira efectiva. Não existiram problemas técnicos inerentes. Não existem meios extra textuais, à excepção das respostas opcionais. Sim, esta obra poderia ser publicada num formato físico sem perder asua coerência e efeito, tendo em consideração os diversos seguimentos singulares.
e) Avaliação final
1. Esta obra consegue, através de todos os seus recusos multimédia, produzir um efeito estético sobre o leitor - embora não muito elaborado ou eficaz. A escrita é interessante e cativante, no entanto, talvez a falta de lineariedade e de coerência entre textos torne a narrativa um pouco caótica e coonfusa de mais - embora a relação existente entre alguns elementos de texto e personagens através de hiperligações sejam, de facto, sugestivas e bem conseguidas. Sim, o texto poderá ser entendido com literário: é uma narrativa ficcional que engloba e relata diversas personagens e acontecimentos vários. A apresentação não faz com que a atenção do leitor face ao texto se disperse - talvez tornando, até, a experiência mais sugestiva e realista.
2.
Esta obra não consegue transmitir um efeito estético sólido, dada a sua simplicidade óbvia. É interessante. Sim, pode ser considerado um texto literário dada a sua natureza. As respostas optativas transmitem um sentimento de liberdade ao leitor que torna o texto interessante.