a) Do ponto de vista do leitor
i. Pode o leitor "entrar" no texto de diferentes formas, ou há um início marcado? Não há início marcado em nenhuma das duas
ii. Pode o leitor escolher o caminho de leitura ou há uma leitura linear? Pode escolher-se o caminho de leitura
iii. Oferecem-se ao leitor umas "instruções", um "mapa" ou alguma outra ferramenta para que não fique perdido na narração? Algumas ferramentas, diferentes nos dois
iv. Pode o leitor modificar o texto ou fazer anotações? Não
v. Pode o leitor criar texto? Não
b) Do ponto de vista do autor
i. Sabemos quem é que é o autor do texto? Sim
ii. O autor é individual ou colectivo? Colectivo em A Dama de Espadas. Individual em Quien es Luis Durán?
iii. Há "paratextos" que informem sobre o autor? (origem, adscrição profissional, etc.) Não
c) Do ponto de vista do texto
i. Que elementos, para além do texto, aparecem na obra? imagens, etc
ii. Integram-se estes elementos de maneira efectiva? sim, claro
iii. Houve problemas técnicos na navegação na obra? bastantes
iv. Fazem sentido os médios técnicos utilizados, contribuem à experiência da leitura? Talvez sim, apesar de acharmos bastante enfadonha esta nova forma de ler.
v. Poderia esta obra, sem grandes perdas, ser publicada em forma de livro? Não. Talvez para um público juvenil tenha algum interesse, embora duvidemos. d) Do ponto de vista do aproveitamento das possibilidades técnicas
i. Consegue esta obra um efeito estético no leitor? Nem por isso, todas as ilustrações são primárias, talvez se não existissem imagens e atalhos em tudo o que é canto, o texto nos motivasse.
ii. Qual é a vossa impressão como leitores? É interessante, atractiva, caótica, aborrecida, sugestiva, desconcertante...? Pouco atractiva.
iii. O texto da obra é verdadeiramente literário? Em que sentido? Não cremos que seja texto literário, as imagens e a interactividade tornam-no noutra coisa que não sabemos caracterizar mas que não é literatura.
iv. A apresentação (interface, multimédia, etc.) fazem a experiência leitora mais rica ou distraem do texto? distraem, ou melhor, fazem com que o texto não seja levado a sério.
Obras de narrativa hipertextual escolhidas para o análise (com link)
Análise:
a) Do ponto de vista do leitor
i. Pode o leitor "entrar" no texto de diferentes formas, ou há um início marcado? Não há início marcado em nenhuma das duas
ii. Pode o leitor escolher o caminho de leitura ou há uma leitura linear? Pode escolher-se o caminho de leitura
iii. Oferecem-se ao leitor umas "instruções", um "mapa" ou alguma outra ferramenta para que não fique perdido na narração? Algumas ferramentas, diferentes nos dois
iv. Pode o leitor modificar o texto ou fazer anotações? Não
v. Pode o leitor criar texto? Não
b) Do ponto de vista do autor
i. Sabemos quem é que é o autor do texto? Sim
ii. O autor é individual ou colectivo? Colectivo em A Dama de Espadas. Individual em Quien es Luis Durán?
iii. Há "paratextos" que informem sobre o autor? (origem, adscrição profissional, etc.) Não
c) Do ponto de vista do texto
i. Que elementos, para além do texto, aparecem na obra? imagens, etc
ii. Integram-se estes elementos de maneira efectiva? sim, claro
iii. Houve problemas técnicos na navegação na obra? bastantes
iv. Fazem sentido os médios técnicos utilizados, contribuem à experiência da leitura? Talvez sim, apesar de acharmos bastante enfadonha esta nova forma de ler.
v. Poderia esta obra, sem grandes perdas, ser publicada em forma de livro? Não. Talvez para um público juvenil tenha algum interesse, embora duvidemos.
d) Do ponto de vista do aproveitamento das possibilidades técnicas
i. Consegue esta obra um efeito estético no leitor? Nem por isso, todas as ilustrações são primárias, talvez se não existissem imagens e atalhos em tudo o que é canto, o texto nos motivasse.
ii. Qual é a vossa impressão como leitores? É interessante, atractiva, caótica, aborrecida, sugestiva, desconcertante...? Pouco atractiva.
iii. O texto da obra é verdadeiramente literário? Em que sentido? Não cremos que seja texto literário, as imagens e a interactividade tornam-no noutra coisa que não sabemos caracterizar mas que não é literatura.
iv. A apresentação (interface, multimédia, etc.) fazem a experiência leitora mais rica ou distraem do texto? distraem, ou melhor, fazem com que o texto não seja levado a sério.
e) Avaliação final
Ana Mafalda Oliveira - 10/20
Madalena Oliveira Santos - 10/20
Pedro Ruas - 10/20